Censi Máquinas

Transformando o ritmo da produção

A escolha que levou produtividade e leveza para um fabricante de PL em Minas Gerais

Na cidade de São João Nepomuceno, Minas Gerais, uma confecção especializada em Private Label enfrentava um desafio comum a muitos empreendedores do setor têxtil: os prazos apertados e a pressão por qualidade constante. Produzir para grandes marcas exige agilidade, precisão e, acima de tudo, confiança nos processos.

Foi nesse contexto que o empresário decidiu investir na 1FA CUTTER, tecnologia da Censi desenvolvida para cortes de viés com excelência. Antes da aquisição, determinadas etapas de produção levavam quase uma semana para serem finalizadas. Com a 1FA, esse mesmo volume passou a ser concluído em apenas um turno.

Mais do que ganho de tempo, a mudança trouxe impacto direto no custo operacional, nos prazos de entrega, na satisfação dos clientes finais e simplicidade na operação. Segundo o empresário, o corte passou a sair limpo e constante, o que reduziu retrabalho e permitiu focar em outras áreas estratégicas do negócio.

Praticante de escalada, ele faz um paralelo entre o esporte e o dia a dia industrial: ambos exigem foco, disciplina e equipamentos confiáveis. A 1FA, diz ele, tem se mostrado uma parceira essencial nessa jornada de crescimento com segurança.

“O equipamento virou um divisor de águas. Trouxe mais leveza para o nosso dia a dia e nos permitiu crescer com controle e confiança”, compartilhou. Hoje, com o chão de fábrica bem estruturado, ele se sente preparado para escalar novos desafios — dentro e fora da produção.

Jeans no Brasil: Da expansão ao acabamento

O Jeans nunca saiu de moda — mas hoje, mais do que nunca, ele se reinventa em ritmo acelerado. O denim, tecido democrático e atemporal, segue como protagonista nas passarelas, no varejo e nas ruas, impulsionando um mercado que cresce, se adapta e evolui, mesmo diante das oscilações econômicas.

Segundo dados da ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), o setor movimenta bilhões por ano e está entre os mais expressivos da cadeia têxtil brasileira. Além disso, o Brasil se destaca como um dos principais produtores mundiais de denim, com fábricas que não apenas abastecem o mercado interno, mas também exportam inovação, design e qualidade.

Mas enquanto o design de lavagens, cortes e modelagens ganha protagonismo nas vitrines, há uma etapa silenciosa — e essencial — que sustenta a percepção de valor da peça final: o acabamento.

O acabamento como diferencial competitivo

No segmento jeanswear, o acabamento vai além da estética. Ele comunica cuidado, reforça a identidade da marca e influencia diretamente na experiência do consumidor com o produto. Uma costura desalinhada, uma etiqueta mal posicionada ou um detalhe fora do padrão podem comprometer toda a construção de valor de uma peça.

É justamente nessa etapa que muitas confecções ainda enfrentam gargalos. A aplicação manual de etiquetas de identificação no cós, por exemplo, é uma tarefa comum em pequenas e médias operações. No entanto, ela traz consigo riscos frequentes de inconsistência visual, retrabalho e desperdício de tempo — especialmente em momentos de alta demanda, como mudanças de coleção ou produções voltadas para exportação.

Automatização no acabamento: uma escolha estratégica

Frente a esse cenário, a automação no acabamento deixou de ser um luxo e passou a ser uma decisão estratégica. Em um setor que precisa conciliar escala com personalização, a automação garante padronização, eficiência e agilidade, liberando tempo e energia para o que realmente importa: o desenvolvimento criativo e a diferenciação da marca.

Nesse contexto, tecnologias voltadas à aplicação automatizada de etiquetas vêm ganhando espaço entre empresas que buscam otimizar a etapa final da produção jeanswear, garantindo um padrão elevado mesmo em volumes altos.

Precisão que sustenta valor

A eficiência na aplicação de etiquetas no cós pode parecer um detalhe técnico — e é. Mas é exatamente esse tipo de detalhe que sustenta a qualidade percebida de uma peça no ponto de venda.

Com a automatização dessa etapa, confecções ganham mais do que agilidade. Ganham consistência. Ganham produtividade. Ganham margem para escalar com qualidade. E em um mercado cada vez mais competitivo, isso faz toda a diferença.

Automatizar o acabamento não é substituir pessoas. É permitir que elas se concentrem em tarefas mais criativas, enquanto a tecnologia cuida da precisão, do ritmo e da confiabilidade da operação.

CARDPRESS: Precisão e produtividade para quem fabrica jeans

Desenvolvida pela Censi, a CARDPRESS é a solução ideal para realizar a aplicação automatizada de etiquetas de identificação tipo caixa de fósforo, principalmente no cós de calças, bermudas e saias jeans.

Com um design robusto e operação simples, ela oferece:

  • Alta produtividade: reduz drasticamente o tempo de aplicação em comparação com o processo manual.
  • Padronização visual: todas as peças saem com a etiqueta exatamente no mesmo ponto e alinhamento.
  • Redução de erros e retrabalho, melhorando o rendimento da equipe e garantindo mais qualidade final.
  • Adequação ao ritmo da indústria moderna, onde eficiência e consistência são essenciais.

Além disso, a CARDPRESS se adapta facilmente à rotina de produção de confecções de todos os portes.

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Tecnologias para evoluir

Gosto de dizer que não fazemos apenas máquinas — ajudamos as pessoas a darem sentido às suas vidas. Foi assim com o Fabiano e sua esposa, Silmara. Eles nos procuraram em um momento especial, trazendo sua bebê recém-nascida, aconchegada no bebê conforto.

Fabiano contou que o maior desejo da família era que Silmara, então costureira em uma fábrica local, pudesse passar mais tempo perto da filha, sem precisar retornar ao trabalho tradicional. Um sonho simples, mas carregado de significado: mais tempo juntos, maior cuidado e presença.

Decidiram, então, investir o dinheiro da rescisão em um novo começo. Compraram uma máquina de viés eletrônica 5FA para que Silmara pudesse trabalhar de casa, prestando serviços para terceiros. Mais que uma fonte de renda, a máquina permitiu que eles estivessem juntos, acompanhando de perto cada fase da infância da filha. Trabalho e família, finalmente, em harmonia.

E assim seguiram, firmes em seu propósito. Hoje, dez anos depois, o negócio continua sólido, operando com a mesma máquina, e com a mesma determinação de sempre. A filha que motivou essa mudança agora tem dez anos — e uma irmãzinha de cinco. O tempo passou, os desafios vieram, mas a decisão de empreender trouxe exatamente o que eles buscavam: estabilidade, autonomia e mais tempo juntos.

Histórias como essa, nos mostram que tecnologia vai muito além da produção — ela pode ser a ponte para um futuro com mais propósito e realização.

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