Como anda o mercado têxtil brasileiro?
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Como anda o mercado têxtil brasileiro?

Estamos chegando ao fim do primeiro semestre de 2019. E este é um importante momento para analisarmos os resultados do período e nos prepararmos para os próximos seis meses. Para isso, nada melhor do que conferir a situação do segmento têxtil e as oportunidades que o mercado deve trazer. Confira o material que preparamos sobre o tema aqui:

1 – Vendas maiores

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), em abril as vendas do setor foram maiores do que no mesmo período do ano passado. Segundo a pesquisa, 54% dos respondentes avaliaram que houve crescimento nos negócios.

2 – Otimismo permanece

Outra questão importante é a expectativa do mercado. Desde o início do ano a Abit vem apontando que empresários do setor seguem otimistas com a retomada da economia, por conta da mudança de governo e do pacote de reformas que o mesmo pretende aprovar. Com a reestruturação de questões previdenciárias e também da perspectiva de uma reforma tributária, a expectativa é de que mais investimentos ocorram no mercado e que, consequentemente, o consumidor tenha mais poder de compra, fazendo a economia ganhar força.

3 – Sustentabilidade em pauta

Talvez você ainda não tenha ouvido o termo eco-friendly, mas ele pode ser decisivo para que o cliente opte por comprar algo da sua empresa. Ele é utilizado para designar consumidores cada vez mais preocupados com a sustentabilidade, incluindo aqui não só o tipo de produto, mas também a forma como o mesmo é produzido. Na área têxtil isso significa que o consumidor quer mais transparência: saber se a sua empresa trabalha para reduzir o desperdício na linha de produção e se pratica a logística reversa, por exemplo, dando destinação correta aos resíduos que produz.

4 – Queda na produtividade

Enquanto o nível de exigência e concorrência do mercado cresce, muitas empresas estão na contramão, registrando queda de produtividade. O levantamento da Abit mostra que em abril deste ano houve queda de 32% neste quesito, em comparação ao ano anterior. O dado acende um alerta para quem quer manter um negócio estável e competitivo.

Como resolver?

Para reverter essa situação e manter a sua empresa em um patamar importante no segmento, é fundamental olhar para o conceito de indústria 4.0. Saber investir melhor e reduzir processos manuais é só o começo de uma produção de qualidade e com escala. A finalização de peças, por exemplo, pode ser muito mais rápido com mudanças simples na linha de produção. Na aplicação de tags, a TagPress é um exemplo de automação para aumento da produtividade. Substituindo uma linha muito mais operacional quando se usa pistolas comuns, o modelo permite a aplicação de até 1,4 mil tags por hora.

Além disso, outras mudanças são fundamentais para o aumento da produtividade, como a formação de mão de obra qualificada o uso de tecnologia em todo o processo produtivo, da confecção à embalagem e distribuição. Lembre-se: uma cadeia produtiva bem desenhada leva ao consumidor mais confiança e ao mercado mais credibilidade.

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